Liderança 6.0

Num Mundo onde a incerteza é constante, Cabo Verde ergue-se como um arquipélago de possibilidades. Às portas de uma nova era tecnológica, energética e humana, Liderança 6.0 simboliza um modelo consciente, colaborativo e planetário, onde Geopolítica, Economia e Clima estão interligados e interdependentes. Liderança 6.0 representa uma nova vaga de líderes que pensam globalmente, agem localmente e cooperam sistemicamente.
Liderar em Cabo Verde significa combinar visão estratégica com execução baseada em dados, numa Economia aberta, digital, resiliente e verde, alicerçada no turismo e na conectividade. A Inteligência Artificial assume-se como ferramenta essencial para transformar conhecimento em decisão e inovação em impacto. Exigem-se lideranças que interpretem o Mundo e inspirem mudança, que olhem para o horizonte do Atlântico e vejam não uma distância, mas uma ponte. Cabo Verde é essa ponte entre África e a Europa, entre as raízes do passado e o futuro da civilização.

Na quarta edição da Leadership Summit Cabo Verde, o debate ganha novas marés. Líderes, decisores e pensadores reúnem-se para refletir sobre o futuro de um país que é mais do que um ponto no mapa. Entre a limitação geográfica e a ilimitabilidade digital, Cabo Verde é hoje um exemplo de como a confiança, a sustentabilidade e a inovação podem transformar vulnerabilidade em força.

Esta é uma liderança atlântica de sexta geração, mais madura, integrada e mais estratégica, assente em três vetores: Geopolítico, porque Cabo Verde está no centro das novas rotas e alianças atlânticas; Económico, o país enfrenta a transformação digital e verde das suas bases produtivas; Climático, pois o futuro do país depende diretamente da resiliência ambiental e da transição energética. E a Sustentabilidade, nas suas dimensões económica, social e ambiental, é o eixo transversal a todas as formas de liderança
Num Mundo multipolar que novas alianças atlânticas estão a emergir? Quais os objetivos e as iniciativas para a Economia Azul? As metas da transição energética e a adaptação são um novo pacto de esperança e a agenda do clima deve ser assumida com coragem.  Que liderança queremos para o futuro do arquipélago, e que futuro o Mundo pode encontrar em Cabo Verde?

Em 2026, a Leadership Summit Cabo Verde Liderança 6.0 – O Futuro Geopolítico, Económico e Climático é um convite a imaginar o futuro de Cabo Verde, e do Atlântico, desenhado com inteligência, sensibilidade e propósito.

1. O Futuro Geopolítico | “Ponte Atlântica” África – Europa – Portugal
Cabo Verde pode exercer um soft power e mediação regional a partir de três ativos: estabilidade democrática e alinhamento com a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e a União Europeia (UE);  posição estratégica atlântica para cadeias logísticas, turismo e economia azul;  diplomacia climática/energética como causa comum África–Europa.
Mensagens chave: Cabo Verde como hub atlântico de confiança; liderança por evidência (dados de turismo, emprego e consolidação fiscal); diplomacia climática como agenda de crescimento.

2. O Futuro Económico | Crescimento, diversificação e inclusão
Atualmente, Cabo Verde mostra um crescimento acima do seu potencial, com o turismo em expansão e a taxa de desemprego a atingir mínimos históricos, apesar do gap de género. Com a meta da digitalização de 60% dos serviços públicos até 2026, o território apresenta-se como um ecossistema empreendedor e alavanca para startups e serviços exportáveis (Cabo Verde Digital). Na Economia azul, Cabo Verde está na linha da frente de um plano nacional de investimento e plataforma de dados para projetos costeiros e marinhos sustentáveis.
Mensagens chave: Crescimento com diversificação (digital, azul, energia limpa) e inclusão (emprego mulheres e jovem), reduzindo riscos de concentração no turismo.

3. O Futuro Climático | Transição energética e adaptação como estratégia de desenvolvimento
O futuro climático apresenta desafios estruturais e questões centrais. Cabo Verde é um dos países mais áridos de África, cuja escassez de recursos hídricos e desertificação crescente é inegável. A integração de energias solar e eólica, modernizar as redes e garantir armazenamento e interconexão entre ilhas é outro ponto crítico. As políticas de Economia Circular, com recolha seletiva, valorização de resíduos e integração de startups verdes, representam um vetor estratégico.
Mensagens chave: 50 % de energia renovável até 2030 e acesso universal à eletricidade até 2026; proteção contra erosão, intrusão salina e escassez de água (infraestrutura verde e inovação tecnológica); economia circular (resíduos, águas residuais e energia); Financiamento climático inteligente.

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